Entenda o que são os arquivos go.mod e go.sum

Se você já trabalhou ou conhece um pouco de outras linguagens, podemos comprar o arquivo go.mod ao package.json do JS, composer.json do PHP ou requirements.txt do Python.

Ou seja, o arquivo go.mod, nada mais é do que o arquivo onde o Go vai gerenciar a lista de pacotes que sua aplicação precisa para funcionar.

Além das dependências, é nesse arquivo onde o Go adiciona o nome do seu package e a versão do Go que estava sendo utilizada no momento da criação do projeto.

Essa segunda informação é muito valiosa, pois com base nela o Go vai saber quais versões das dependências externas ele pode ou não utilizar.

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Como trabalhar com herança em Go

Uma dúvida que tenho visto com certa frequência é sobre as classes e herança em Go.

Sempre lembrando que GO não tem orientação a objetos na sua forma original de ser. Porém, quando o assunto é classe e herança, é possível alcançar algo similar utilizando structs e a técnica de embedding.

Tento esclarecido isso, vamos ver como podemos utilizar “herança” em Go imaginando um banco de dados com 4 tabelas.

imagem meramente ilustrativa 😉
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Como fazer encadeamento de métodos (chaining)

Chaining de métodos é uma técnica muito utilizada em linguagens como PHP, Java e C#. Se você não está familiarizado com o termo, não se preocupe, pois essa é uma técnica muito simples. Ela consiste em retornar um objeto para que outro método possa ser chamado sem a necessidade de atribuição a uma outra variável.

Essa técnica é muito utilizada em ORMs como o GORM, para construção de queries mais complexas.

No vídeo que postamos no nosso canal do youtube mostrando como construir uma API completa com go-chi e postgres (link para o vídeo), também podemos ver essa técnica sendo utilizada para fazer o decode da request para uma struct.

Para entender melhor seu funcionamento, vamos criar uma struct com 100% de seus atributos privados.

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Como utilizar go-chi para rotas e middleware

Durante muito tempo, gorilla/mux era o meu router favorito na hora de escrever APIs. Porém, desde que fiz o post sobre benchmark comparando gorilla/mux e go-chi (link para o post), meu router favorito tem sido o go-chi, pois sua performance é bem superior. E para ajudar, recentemente o projeto do gorilla/mux ficou sem mantenedor. ☹️

Por isso, resolvi fazer esse post para mostrar tudo o que você pode fazer com go-chi.

Para começar, vamos escrever um código muito simples para criar uma rota com o verbo GET.

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Quando utilizar generics?

Assim como as goroutines, uma das dúvidas que mais tenho visto quando o assunto é generics, a nova feature do Go 1.18, é quando ela deve ser utilizada.

Nesse post, baseado no post publicado em 12 de abril no blog oficial do Go (When to use generics), vou tentar passar um pouco das dicas dadas pelo Ian Lance Taylor.

Ele começa o primeiro vídeo falando sobre como escrever código Go. De forma muito simples e em tradução livre ele diz:

Escreva código, não desenhe tipos.

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Frameworks para teste ou package padrão?

Sem sombra de dúvida, frameworks sempre ajudam a acelerar o nosso trabalho. Eles implementam uma porção de funcionalidades que reduzem a quantidade de código que nós temos que escrever, o que nos traz produtividade.

Mas e quando o assunto são testes, será que esse ganho em produtividade compensa o risco?

Eu particularmente nunca utilizei um framework de testes em nenhum dos projetos GO que já desenvolvi. Parte disso pelo fato de eu ter começado a programar em Go em 2012, “quando isso aqui era tudo mato”.

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Quando utilizar Goroutines?

Uma dúvida que assombra a maioria dos desenvolvedores Go, e não exclusivamente iniciantes, é sobre quando utilizar goroutines.

Nesse post vou dar algumas dicas para ajudar na análise e tomada de decisão na hora de adotar ou não a utilização de goroutines em seu projeto.

Antes de mais nada, assim como qualquer coisa relacionada a tecnologia, nem todo projeto faz sentido utilizar goroutines. Você pode até pensar, “meu sistema está lento. Já sei, vou usar goroutines para resolver.”, gastar muito tempo, já que SÓ colocar um go antes da chamada da função pode não ser o suficiente, e no final não ver melhora nenhuma ou até mesmo notar uma piora no desempenho.

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Como colocar rótulo em looping

Não sei vocês, mas a primeira vez que “ouvi” falar dessa feature foi há algumas semanas atrás. Mais uma vez, não foi em nenhum blog post ou vídeo do youtube que ví a utilização dessa feature, mas sim no código fonte da linguagem.

Com a minha experiência em outras linguagens, sempre que tinha que lidar com um looping dentro de outro, a maneira mais comum de fazer um “break” dos 2 loopings era com uma variável de controle.

Nessa estratégia, o looping interno altera essa variável e faz um break. Com seu valor alterado, o looping externo também faz um “break”.

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Como utilizar generics em structs

A partir da versão 1.18 do Go, FINALMENTE temos o generics disponível para utilização. Em outros posts, que vou deixar aqui em baixo, já abordamos como utilizar generics em funções, como utilizar a contraint comparable e fizemos um pequeno benchmark para ver a diferença com funções comuns.

Essa semana enquanto fuçava no código fonte do Go, descobri que também podemos utilizar essa maravilha em structs.

Para demonstrar como utiliza-lo, vamos criar uma struct para fazer cache das structs PessoaFisica e PessoaJuridica.

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Fuzzy testing

Adicionado ao Go 1.18, essa nova feature para testes promete ajudar a melhorar muito nosso código, já que com ela conseguimos testar inputs diferentes do que adicionamos em nossos testes, cobrindo assim uma gama muito maior de possibilidades.

Antes de continuar, se você caiu aqui mas prefere ver esse tutorial em vídeo, vou deixar aqui o link para um vídeo do nosso canal no YouTube onde mostramos essa belezinha em ação => Como implementar Fuzzy Test em Go.

Continuando….

Vamos imaginar que temos a seguinte função implementada.

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