Entenda o que são os arquivos go.mod e go.sum

Se você já trabalhou ou conhece um pouco de outras linguagens, podemos comprar o arquivo go.mod ao package.json do JS, composer.json do PHP ou requirements.txt do Python.

Ou seja, o arquivo go.mod, nada mais é do que o arquivo onde o Go vai gerenciar a lista de pacotes que sua aplicação precisa para funcionar.

Além das dependências, é nesse arquivo onde o Go adiciona o nome do seu package e a versão do Go que estava sendo utilizada no momento da criação do projeto.

Essa segunda informação é muito valiosa, pois com base nela o Go vai saber quais versões das dependências externas ele pode ou não utilizar.

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Como trabalhar com herança em Go

Uma dúvida que tenho visto com certa frequência é sobre as classes e herança em Go.

Sempre lembrando que GO não tem orientação a objetos na sua forma original de ser. Porém, quando o assunto é classe e herança, é possível alcançar algo similar utilizando structs e a técnica de embedding.

Tento esclarecido isso, vamos ver como podemos utilizar “herança” em Go imaginando um banco de dados com 4 tabelas.

imagem meramente ilustrativa 😉
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Como conectar e fazer CRUD em um banco PostgreSQL

Quando desenvolvemos programas que vão trabalhar com dados, sem sombra de dúvida uma das coisas mais importantes é armazenar esses dados com segurança e robustez.

Nesse post, vou mostrar como conectar e executar um CRUD utilizando um banco de dados PostgreSQL.

Antes de começar a escrever código, vamos fazer download do drive do postgres para Go com o comando go get github.com/lib/pq.

Ok, agora podemos começar.

Para ficar um pouco mais próximo da realidade, vou separar todas as operações em funções, incluindo a conexão com o banco.

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Como fazer encadeamento de métodos (chaining)

Chaining de métodos é uma técnica muito utilizada em linguagens como PHP, Java e C#. Se você não está familiarizado com o termo, não se preocupe, pois essa é uma técnica muito simples. Ela consiste em retornar um objeto para que outro método possa ser chamado sem a necessidade de atribuição a uma outra variável.

Essa técnica é muito utilizada em ORMs como o GORM, para construção de queries mais complexas.

No vídeo que postamos no nosso canal do youtube mostrando como construir uma API completa com go-chi e postgres (link para o vídeo), também podemos ver essa técnica sendo utilizada para fazer o decode da request para uma struct.

Para entender melhor seu funcionamento, vamos criar uma struct com 100% de seus atributos privados.

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Como utilizar go-chi para rotas e middleware

Durante muito tempo, gorilla/mux era o meu router favorito na hora de escrever APIs. Porém, desde que fiz o post sobre benchmark comparando gorilla/mux e go-chi (link para o post), meu router favorito tem sido o go-chi, pois sua performance é bem superior. E para ajudar, recentemente o projeto do gorilla/mux ficou sem mantenedor. ☹️

Por isso, resolvi fazer esse post para mostrar tudo o que você pode fazer com go-chi.

Para começar, vamos escrever um código muito simples para criar uma rota com o verbo GET.

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Como utilizar go workspaces

Dando continuidade aos posts onde exploramos as novas funcionalidades do Go 1.18, nesse post vamos ver como utilizar o novo Go Workspaces.

Para começar, vamos criar uma pasta e chama-lá de workspace.

Pequena observação antes de continuar, o nome dessa pasta NÃO tem que ser obrigatoriamente workspace, só coloquei esse nome por achar conveniente.

Agora, dentro da pasta workspace, vamos adicionar uma pasta chamada hello. Nessa pasta vamos colocar o nosso programa.

Dentro da pasta hello, vamos iniciar um novo módulo com o comando go mod init github.com/aprendagolang/hello e adicionar um arquivo main.go com o seguinte conteúdo.

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Como utilizar generics em structs

A partir da versão 1.18 do Go, FINALMENTE temos o generics disponível para utilização. Em outros posts, que vou deixar aqui em baixo, já abordamos como utilizar generics em funções, como utilizar a contraint comparable e fizemos um pequeno benchmark para ver a diferença com funções comuns.

Essa semana enquanto fuçava no código fonte do Go, descobri que também podemos utilizar essa maravilha em structs.

Para demonstrar como utiliza-lo, vamos criar uma struct para fazer cache das structs PessoaFisica e PessoaJuridica.

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Fuzzy testing

Adicionado ao Go 1.18, essa nova feature para testes promete ajudar a melhorar muito nosso código, já que com ela conseguimos testar inputs diferentes do que adicionamos em nossos testes, cobrindo assim uma gama muito maior de possibilidades.

Antes de continuar, se você caiu aqui mas prefere ver esse tutorial em vídeo, vou deixar aqui o link para um vídeo do nosso canal no YouTube onde mostramos essa belezinha em ação => Como implementar Fuzzy Test em Go.

Continuando….

Vamos imaginar que temos a seguinte função implementada.

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Fazendo requisições HTTP

É muito comum que um programa precise se comunicar com outro, seja para uma integração com outros sistemas ou microsserviços internos.

Embora em alguns casos essa comunicação possa ser feita com gRPC, o mais comum é que elas sejam feita através de uma API (Application Programming Interface) REST.

Nesse post vamos ver como fazer requisições (GET, POST e etc..) e tratar sua resposta.

GET

Para começar, vamos importar 3 packages.

  • io/ioutil para fazer leitura da resposta;
  • log para logar os erros;
  • net/http para executar a requisição.
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