A diferença entre ponteiro e valor nos métodos

Quando escrevemos métodos em Go, uma das decisões importantes é se devemos passar a struct por valor ou por ponteiro. A escolha pode impactar a performance, o comportamento do nosso código e a alocação de memória. Neste post, vamos explorar essa diferença com um exemplo prático e entender em quais situações cada abordagem é mais adequada.

Vamos começar com uma pequena struct e dois métodos: um onde a struct é passada por valor e outro por ponteiro.

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Arquitetura hexagonal: Como implementar uma entity

Dando continuidade à nossa série de posts sobre arquitetura hexagonal, nesse post implementaremos a entity do package category, que faz parte do core da aplicação.

Se você ainda não leu, convido a ler o post onde definimos a organização das pastas e arquivos desse projeto utilizando arquitetura hexagonal.

Definindo Category

Sem mais delongas, a primeira coisa que vou fazer no arquivo entity.go, é definir a struct Category.

type Category struct {
	ID          primitive.ObjectID `bson:"_id" json:"id"`
	Name        string             `bson:"name" json:"name"`
	Description string             `bson:"description" json:"description"`
	CreatedAt   time.Time          `bson:"created_at" json:"created_at"`
	ModifiedAt  time.Time          `bson:"modified_at" json:"modified_at"`
	Active      bool               `bson:"active" json:"active"`
}
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Como utilizar tags customizadas

A utilização de tags ajuda muito na hora de escrever funções genéricas. Um exemplo disso é a função json.Marshal. Não importa como sua struct está estruturada, se ela tiver a tag json no atributo, a função consegue fazer o que precisa ser feito.

Se você não sabe do que eu estou falando, te convido à ler o post “O que são e como utilizar tags”. Lá dou todo o contexto para que você possa entender melhor o que vamos fazer aqui nesse post.

Além do package json, existe uma infinidade de outros packages que tiram vantagem da utilização das tags. Esses packages vão desde encoders até ORMs.

Embora existam packages que ajudem na validação de campos, para fins didáticos, vamos criar uma função que utiliza da tag required para saber se um campo é ou não obrigatório.

func validateFields(stc any) error {

}
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O que é e como utilizar Dependency Injection

Se você já ouviu falar mas não sabe ao certo o que é Dependency Injection ou como a utilizar em Golang, nesse post espero te ajudar a sanar as duas dúvidas.

Para que todos estejam na mesma página, antes de ver como utilizar, vamos falar um pouco sobre o que é essa tal Dependency Injection ou DI para os íntimos.

Podemos definir DI (Dependency Injection) como uma técnica onde os módulos recebem todas ou parte de suas dependências de forma indireta, ou seja, por parâmetro em uma função/método ou sendo passada diretamente para o campo de uma struct, onde tais parâmetros ou campos não tenham um tipo definido, mas sim uma interface.

Vantagens da Dependency Injection

Utilizar essa técnica ajuda com que nosso código tenha baixo acoplamento, o que torna a tarefa de refatorar partes do sistema muito mais fácil.

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O que são e como utilizar tags em structs

Uma feature pouco comentada porém muito útil na linguagem Go, pelo menos no meu ponto de vista, é a tag.

As tags são marcações que colocamos nas propriedades de uma struct. Essas marcações funcionam como metadata para outros packages poderem realizar operações.

Para ficar mais claro, vamos criar um struct comum.

type Pessoa struct {
  Nome      string
  Documento string
  Idade     uint8
}
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Como trabalhar com herança em Go

Uma dúvida que tenho visto com certa frequência é sobre as classes e herança em Go.

Sempre lembrando que GO não tem orientação a objetos na sua forma original de ser. Porém, quando o assunto é classe e herança, é possível alcançar algo similar utilizando structs e a técnica de embedding.

Tento esclarecido isso, vamos ver como podemos utilizar “herança” em Go imaginando um banco de dados com 4 tabelas.

imagem meramente ilustrativa 😉
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Como fazer encadeamento de métodos (chaining)

Chaining de métodos é uma técnica muito utilizada em linguagens como PHP, Java e C#. Se você não está familiarizado com o termo, não se preocupe, pois essa é uma técnica muito simples. Ela consiste em retornar um objeto para que outro método possa ser chamado sem a necessidade de atribuição a uma outra variável.

Essa técnica é muito utilizada em ORMs como o GORM, para construção de queries mais complexas.

No vídeo que postamos no nosso canal do youtube mostrando como construir uma API completa com go-chi e postgres (link para o vídeo), também podemos ver essa técnica sendo utilizada para fazer o decode da request para uma struct.

Para entender melhor seu funcionamento, vamos criar uma struct com 100% de seus atributos privados.

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O que são structs e como usá-las

Muitas vezes utilizar somente os tipos primitivos de uma linguagem não é o suficiente para desenvolver um programa escalável. Na maioria das linguagens mais modernas, é nesse momento que criamos uma classe com todos os atributos e métodos que precisamos.

Em Go não existe o conceito de orientação a objetos, ou seja, não existem classes, herança, polimorfismo e etc… Então como fazemos quando precisamos trabalhar com estruturas de dados mais complexas?

Fácil, nós criamos uma struct.

Struct é um tipo de coleção de campos, onde cada campo tem seu tipo de dado, podendo inclusive ser uma outra struct. Vamos ver um exemplo básico.

type Pessoa struct {
    Nome string
    Sobrenome string
    Idade int8
}
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